Echoes of Aincrad – Primeiras impressões

Nova chance em Sword Art Online? Testamos Echoes of Aincrad venha saber o que achamos. Descubra agora em nossa prévia!

Resumo da história

Em Echoes of Aincrad, o jogador assume o papel de um personagem criado dentro do universo de Sword Art Online, em vez de controlar Kirito. A história começa quando milhares de jogadores ficam presos em Aincrad, um castelo flutuante que se transforma em um jogo de sobrevivência mortal: morrer no mundo virtual significa morrer na vida real.

A partir daí, a narrativa acompanha a luta do protagonista para sobreviver, formar alianças e avançar pelos primeiros andares de Aincrad, enfrentando monstros, perigos e os mistérios por trás desse mundo.

Imagem: Bandai Namco Entertainment America Inc.

O foco está menos em repetir a trama original do anime e mais em permitir que o jogador viva sua própria jornada, com escolhas, companheiros e combates que moldam sua experiência.

Gameplay

Jogamos por apenas duas horas uma versão de pré-lançamento, então nossa visão pode ser um tanto limitada. A interface e os menus ainda estão bem iniciais e certamente precisam de refinamento. Tudo está bem beta ainda.

Foi-nos dado um save com um personagem pronto no nível 27 e um mundo com nível de personagem recomendado 50. Apesar disso, boa parte dos inimigos foi relativamente fácil de matar. O problema ocorria quando se juntavam vários inimigos.

Imagem: Bandai Namco Entertainment America Inc.

Echoes é um Action RPG, com as mecânicas básicas: pulo, ataque forte, ataque fraco, especial, rolagem, itens de cura, itens de buffs e por aí vai.

Imagem: Bandai Namco Entertainment America Inc.

Você joga com um companheiro que pode ser controlado de forma autônoma ou com seus comandos. Inclusive, o companheiro joga tão bem que, em alguns chefes, eu o deixava praticamente matar sozinho e só ia lá dar um apoio. Acho que precisa de refinamento, pois o companheiro é meio OP.

O mundo é semiaberto, e você precisa matar o chefe da área para abrir a próxima. Os inimigos ficam renascendo, o que lembra um pouco Final Fantasy XVI nesse sentido. O mundo, tirando os inimigos, é um tanto vazio.

O jogo está sendo desenvolvido na Unreal Engine 5, com um estilo híbrido de cel-shading para os personagens, o que confere aquele tom de “anime”, e um ambiente mais realista para os cenários. Graficamente, o resultado é bem bonito.

Imagem: Bandai Namco Entertainment America Inc.

Na minha observação dessas duas horas, vi um jogo em que o grind é o fator principal da gameplay e que, certamente, tem o seu público. Infelizmente, eu não me incluo nessa audiência.

A falta de uma história interessante me deixou rapidamente entediado, é melhor esperar pelo lançamento final antes de tirar uma conclusão definitiva sobre o jogo.