Death Stranding 2: On the Beach | PC

Death Stranding 2: On the Beach chegou ao PC com port da Nixxes! Confira nossa análise completa de desempenho, gráficos e gameplay. Leia mais agora!

Death Stranding 2: On the Beach chegou aos computadores menos de um ano após sua estreia no PlayStation 5. O título entrega o máximo do motor gráfico de uma das obras mais ambiciosas de Hideo Kojima.

Narrativa

Death Stranding 2: On the Beach segue um caminho incomum para uma sequência de Hideo Kojima. Em vez de reinventar tudo, como costuma acontecer em seus projetos, o foco aqui é expandir o que já foi construído.

As novas jornadas de Sam Bridges carregam ainda mais peso. A missão continua sendo reconectar territórios, mas agora em uma escala maior. O jogo apresenta ameaças mais intensas e um foco ampliado em ação e combate.

Desta vez, o objetivo envolve conectar todo o território do México e o continente australiano à rede quiral. Além disso, a variedade de armas e equipamentos foi ampliada. A narrativa aposta em momentos grandiosos e cutscenes cinematográficas.

Não se trata de reinventar, e sim de aprofundar tudo o que vimos no primeiro jogo. Portanto, isso está longe de ser um problema. O primeiro Death Stranding se destacou justamente pela proposta inovadora.

O próprio Hideo Kojima afirmou que havia criado um novo gênero. Contudo, como acontece com quase toda estreia, havia espaço para lapidar ideias e mecânicas. Certamente, ele faz isso com maestria neste segundo capítulo.

Eu não havia jogado o primeiro Death Stranding e confesso que fui pego de surpresa. Após experimentar o título original, fica nítido o quanto houve evolução. O combate está mais refinado e o mundo mais dinâmico.

Uma mecânica que chamou atenção envolve a rede quiral. Após conectar uma área, ela conta com estruturas como pontes e torres. Isso ajuda a encurtar caminhos e otimizar rotas, reforçando o senso de colaboração indireta.

Um port à altura

A adaptação para PC ficou nas mãos da Nixxes Software. Este estúdio construiu uma excelente reputação ao levar títulos da PlayStation Studios para a plataforma. Trabalhos anteriores mostram bem esse cuidado técnico.

O jogo chega compatível com soluções de upscaling como DLSS, FSR e XeSS. Além disso, oferece ray tracing aplicado a reflexos e oclusão de ambiente. Naturalmente, esses recursos exigem mais da máquina e da memória.

Outro ponto positivo está nas opções de configuração. É possível ajustar diversos parâmetros antes mesmo de iniciar o jogo. Além disso, há suporte à geração de quadros para ganhos significativos na taxa de FPS.

Durante os testes, a qualidade visual se destacou mesmo em presets mais baixos. Embora os requisitos mínimos incluam placas como a GTX 1660, o jogo mantém uma apresentação impressionante. Ele também roda bem no Steam Deck.

A variedade de presets gráficos merece destaque. O jogo oferece opções suficientes para diferentes tipos de hardware. Melhor ainda, as alterações ocorrem em tempo real, sem a necessidade de reiniciar o software.

No geral, Death Stranding 2 apresenta desempenho consistente no PC. O mais impressionante é como ele mantém sua identidade visual em máquinas modestas. Este fato nem sempre acontece em ports de jogos de consoles.

Entre as novidades, destaca-se o nível de dificuldade “To the Wilder”. Este modo eleva consideravelmente o desafio. Confrontos contra EPs e inimigos humanos se tornam perigosos, exigindo planejamento cuidadoso em cada missão.

Veredito

Death Stranding 2: On the Beach conquistou atenção em sua estreia no PlayStation 5. Agora, com a chegada aos PCs, o jogo encontra a oportunidade ideal para alcançar um novo público.

A adaptação liderada pela Nixxes Software entrega um resultado sólido. O desempenho consistente garante que essa versão expanda a visão de Hideo Kojima. Portanto, o título entrega a melhor experiência possível nos computadores.